segunda-feira, 23 de maio de 2011

Conceituando hipertexto


Conceituando Hipertexto

Hipertexto é uma ferramenta que possibilita a participação ativa do usuário, no processo de busca de informações na construção do conhecimento. É uma ferramenta que proporciona acesso rápido à pesquisa e ainda permite a realização do trabalho colaborativo, pois permite a viagem de página a página, avançando a leitura num mundo infinito de hipertextos, sempre conectados entre si.

Aqui conceituamos com nossas palavras o que é um hipertexto e seu benefício colaborativo para o usuário pesquisador. Postado na biblioteca.

Atividade2-3

O que é hipertexto?

O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, para exprimir a ideia de escrita/leitura não linear, aquela leitura sequênciada.
Hipertexto é definido como um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, gráficos, etc.
De acordo com a professora Ângela, hipertexto são assuntos fragmentados que se interligam por conexão em forma de uma teia de informações, ou seja, é um texto com conexões, que oportuniza o leitor a navegar por diferentes considerações e entendimento sobre o assunto..
Penso que hipertexto pode ser comparado ao mundo das palavras, com elas escrevem-se textos, logo com diversos textos e a ajuda dos links, constrói-se os hipertextos.


Aqui procuramos a definição de hipertexto, o seu funcionamento
Postado na biblioteca.

WebQuest

WebQuest (do inglês, demanda da Web) é uma metodologia de pesquisa orientada da Web, em que quase todos os recursos utilizados são provenientes da mesma. Para desenvolver uma WebQuest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da Web.
Essa é uma metodologia que a orientação do trabalho de pesquisa é realizada se utilizando os recursos da Internet .
A WebQuest é uma página na internet, feita pelo professor, que apresenta aos alunos uma tarefa a ser cumprida com base no conteúdo trabalhado durante as aulas. O objetivo é aproximá-lo da realidade dos estudantes. Eles desenvolvem pesquisas sobre determinado assunto em web sites selecionados pelo professor.
No primeiro momento, o professor contextualiza seus alunos em relação ao tema. Em seguida, apresenta a proposta do trabalho e seus objetivos. Depois explica quais serão as etapas. Os recursos consistem no link que o professor monta com a relação de endereços confiáveis na rede, que os alunos usarão como fonte. Por fim, são esclarecidos os critérios de avaliação da tarefa.
Essa proposta metodológica, o aluno deixa a postura de sujeito passivo e passa para o sujeito ativo, na construção do conhecimento.

Fonte de pesquisas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/WebQuest
http://www.ich.pucminas.br/pged/db/wq/wq1_LE/local/vidadigital.html
TORNAGHI, Alberto José da Costa. Et.al, Tecnologia na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. Guia do Cursista. Brasília, 2010, Segunda Edição.

Atividade 1-6

Mapa Conceitual


Tecnologias na minha escola


sábado, 21 de maio de 2011


Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional – Proinfo Integrado

O curso Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TICs (100h), tem proporcionado momentos fascinantes de interação com o ambiente virtual, na construção do meu conhecimento pessoal e profissional.
Essa estimulante aventura organizada propicia várias atividades e também a troca de experiências com os colegas no Fórum de dúvidas, local onde podemos trocar idéias com colegas de curso e também com o professor formador a fim de obter esclarecimentos sobre as atividades propostas.

Educação e Tecnologia na opinião de Ladislau Dowbor


Vídeo sobre EDUCAÇÃO e TECNOLOGIA, na opinião de Ldislau Dowbor

Na visão de Ladislau Dowbor  a escola e a educação precisam ser repensadas, num sentido mais amplo. Deixar de ser lecionadora e passar a ser mais organizadora e articuladora do conhecimento.
Não apenas repensar o currículo, mas pensar em longo prazo, com um novo sistema de gestão do conhecimento, voltado para a modernidade tecnológica.
No seu modo de ver, a cabeça não é mais a detentora do conhecimento. O conhecimento está online, está espalhado pelo planeta, de modo que, qualquer pessoa poderá beber do conhecimento, em qualquer lugar, a qualquer hora, dada a acessibilidade que se tem para obter informações.
Nesse cenário de idéias, chega-se a conclusão de que o braço da educação não consegue abraçar e atender, a esse leque tão extenso de necessidades. A tecnologia avança a passos largos e a educação a passos lentos. 
De modo que, a escola como gestora do conhecimento deveria preparar o aluno para o mercado de trabalho. Levá-los para conhecer o funcionamento de um banco, de uma empresa, levá-los para conviver com situações de aprendizagem prática e não ficar enchendo a cabeça dos alunos com informações isoladas e fragmentadas. A cabeça deverá ser bem feita. Fazer com que o conhecimento ganhe sentido, na vida real.